Publicado por Redação em Vida em Grupo - 22/03/2013

Receitas da comissão de corretores crescem 250% em dez anos

“Em 2011, o setor de corretagem brasileiro teve aproximadamente uma receita de comissão de R$ 12 bilhões, contra R$ 3 bilhões em 2002. Ou seja, uma variação de 250% em dez anos, segundo dados da Susep”. Esse é uma dos apontamentos da pesquisa “Situação Atual e Perspectivas do Mercado de Distribuição de Seguros no Brasil”, divulgado recentemente pela KPMG.

Sem mencionar qual foi a expansão da quantidade de corretores no período, o levantamento da KPMG foi realizado com base em pesquisa junto a 30 seguradoras nacionais e internacionais que operam no mercado brasileiro, enfatizando que a distribuição continua a ser concentrada na atuação de corretores independentes, com uma representação estimada de 80% a 85% da arrecadação do setor.


“Os principais ramos das carteiras correspondem a 58% do ramo de Automóvel, 16% de seguros de Ramos Elementares, 9% de Pessoas e 8% de Saúde. Em geral, são empresas pequenas, com três funcionários. Na maioria das vezes, as corretoras operam com quatro a seis seguradoras. O grau de renovação é elevado. Na média, 90% das corretoras de seguros independentes renovam mais do que 80% da sua carteira em cada ano”, avalia a KPMG.


Além disso, a cada quatro ou cinco corretoras, existe uma em que o sócio também tem outro tipo de atividade comercial. “Aproximadamente metade das corretoras tem bastante interesse em negociar outros produtos como, por exemplo, consórcios. Por parte dos corretores, os principais motivos de escolha de uma companhia são uma liquidação rápida dos sinistros e acessibilidade à seguradora”.


O estudo reforça também que, em paralelo, houve o surgimento de novos canais, como assessorias de seguros (“ou plataformas, como são popularmente conhecidas), lojas de varejo para produtos massificados, redes por afinidades e venda direta por call center (“ainda de forma embrionária no Brasil”) e, mais recentemente, a utilização da internet (“com o lançamento de diversos sites especializados”).

 
Fonte: cqcs

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