Publicado por Redação em Saúde Empresarial - 03/04/2013

Programa nos EUA vai mapear atividade cerebral

Promessa de seu principal discurso à população, em fevereiro, o mapeamento da atividade cerebral foi lançado oficialmente ontem pelo presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com previsão de US$ 100 milhões em fundos federais apenas para 2014. A proposta foi apresentada como o “próximo grande projeto da América”, na sequência de iniciativas como o programa Apolo, que levou o homem à Lua na década de 60, e o mapeamento do genoma humano.

“Nós podemos identificar galáxias a anos-luz de distância, estudar partículas menores do que um átomo. Mas nós ainda não podemos desvendar o mistério de 1,3 quilo de matéria localizada entre as nossas orelhas”, afirmou Obama, em tom jocoso.
O Brain Initiative envolverá três institutos de pesquisa de ponta dos EUA. A coordenação estará a cargo de Cori Bargmann, neurocientista da Rockfeller University, e do neurobiólogo William Newsome, da Stanford University. Ambos à frente de uma equipe de 15 cientistas.
 
Atualmente, cientistas são capazes de mapear a atividade de algumas centenas de neurônios em ação. O projeto lançado por Obama terá a ambição de mapear bilhões deles, em trilhões de conexões. A pesquisa, espera Obama, ajudará no tratamento e na prevenção de doenças críticas, como o Alzheimer e a Síndrome Pós-Traumática Cerebral, e elucidará o desenvolvimento da epilepsia e do autismo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
 
AE

Posts relacionados

Saúde Empresarial, por Redação

Saúde libera mais R$ 40 milhões para 16 hospitais

O Ministério da Saúde destinou mais de R$ 40 milhões para serem aplicados em procedimentos de média e alta complexidade e nos serviços ambulatoriais em hospitais de nove estados e oito municípios, beneficiando 16 hospitais.

Saúde Empresarial, por Redação

Quimioterapia reduz mortes por câncer de mama

Estudo realizado na Universidade de Oxford, no Reino Unido, reuniu dados de 123 testes clínicos e mais de cem mil mulheres e mostrou que o uso da quimioterapia nos últimos 40 anos reduziu em 33% a mortalidade por câncer de mama.

Saúde Empresarial, por Redação

Estudo analisa efetividade de transplantes no Brasil

Pesquisa feita com base em dados do Sistema Nacional de Transplantes (SNT), apontou que as maiores taxas de atendimentos de transplantes são encontradas nas regiões Centro-oeste, Sul e Sudeste

Deixe seu Comentário:

=