Publicado por Redação em Previdência Corporate - 30/04/2014

Planos de previdência privada não são usados só para aposentadoria

Além de serem usados para complementar a aposentadoria, os planos de previdência privada podem ser uma opção para realizar projetos de vida de longo prazo, como pagar a faculdade dos filhos ou ajudá-los a comprar o primeiro imóvel depois de formados.

Consultores de investimentos afirmam que esses objetivos podem ser alcançados mais facilmente por meio desses produtos em razão da disciplina de aplicação que os planos exigem.

 Os especialistas também citam vantagens como a possibilidade de dedução do Imposto de Renda do valor investido no PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre).

"Cerca de um terço dos que nascem no Brasil não chega aos 65 anos. E essa é normalmente a idade em que as pessoas pensam em se aposentar", diz Luís Felipe Maciel, superintendente de planejamento da Mongeral Aegon.


TRIBUTOS

"Pode ser difícil pensar nisso, mas é preciso considerar a hipótese de você não chegar a essa altura da vida e de outras pessoas dependerem dos recursos que você conseguiu poupar.
Portanto, a previdência tem um sentido muito mais amplo do que aposentadoria", acrescenta.

Uma das vantagens de investir em planos de previdência, ressaltam consultores, é o chamado diferimento do imposto, ou seja, o adiamento da tributação para a hora do resgate do investimento.

"Quando você posterga o pagamento de impostos, tem o benefício antes de chegar ao fim do prazo da aplicação, pois pode usar o valor que seria destinado ao tributo para realizar outros projetos", afirma Maciel.

É importante ressaltar, porém, que tanto os planos PGBL como os VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) têm cobrança de Imposto de Renda no resgate.

Como o tempo a poupar é longo, a pessoa pode escolher por um plano com tributação regressiva -quando a alíquota do IR fica menor quanto mais tempo o aplicador permanece no plano.


LONGO PRAZO

"Essa é uma vantagem que foi criada em 2005 exatamente com o objetivo de estimular a poupança de longo prazo no país", diz Mariane Bottaro, superintendente de gestão estratégica da seguradora Brasilprev.

"Um pai que contrata um plano assim que o filho nasce, por exemplo, pode contribuir por 20 anos em um regime regressivo e pagar um imposto médio de 15% no fim da aplicação, quando vai resgatar o dinheiro para cobrir a faculdade desse filho."

No caso do PGBL, a maior vantagem é a possibilidade de abater, da declaração completa do Imposto de Renda, o investimento feito no plano, até o limite de 12% da renda total tributável.

Fonte: www.uol.com.br


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