Publicado por Redação em Notícias Gerais - 18/04/2012

Orçamento em crise? Ainda dá tempo de salvar o seu ano

Mais de um terço do ano já se passou e o primeiro trimestre costuma ser repleto de gastos para as famílias, como as festas de fim de ano, impostos, como o IPVA (Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores) e IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), além de gastos com materiais e matrículas escolares.

Com todas essas obrigações financeiras, muitas famílias acabam se endividando  nos primeiros meses. Mas, se você também deu uma “patinada” nas finanças no trimestre passado, ainda dá tempo para corrigir a rota e organizar as finanças para encerrar o ano no “azul”.

Para isso, o especialista em finanças da MoneyFit, Antonio De Julio, aconselha que a primeira atitude seja marcar uma reunião com toda a família para tratar de dinheiro. “Se for a primeira vez, vá com calma e explique que é importante para a família saber o quanto está gastando e traçar os planos para o futuro. Seja para a aposentadoria, seja para a viagem de fim de ano, seja para colocar as finanças em ordem”, aconselha.

Diálogo é a melhor saída
Segundo De Julio, é importante que todos falem durante a reunião, expliquem como estão gastando seu dinheiro e sejam incentivados a dar ideias de como podem contribuir para o orçamento doméstico.

“Muitos dos problemas financeiros acontecem pela simples falta de diálogo. Às vezes, as pessoas estão com algum problema e acabam descontando a raiva no cartão de crédito”, ressalta.

Segundo ele, também é importante ter um controle de todas as receitas e despesas do ano. “É interessante ter em posse os extratos dos três primeiros meses do ano para saber o quanto a família precisa de dinheiro para manter a casa ‘funcionando’. Se sobrar algum, como esse dinheiro pode ser aplicado em benefício de todos? “ questiona.

Precisa de crédito?
Além disso, se algum membro da família estiver precisando de crédito, este é um bom momento para expor o problema. “Será que algum outro membro poderia colaborar sem ter que recorrer a um empréstimo com juros? Ou, se não tiver alternativa, alguém tem mais experiência para poder indicar os meios de pesquisar qual a melhor saída?”, questiona De Julio.

Por fim, ele aponta que é preciso observar a situação da família antes de investir em mais uma viagem de férias ou algum gasto que possa ser adiado. “Qual o fôlego das finanças? Será que ainda aguenta mais uma maratona de gastos? Ou seria melhor repensar um pouco, fazer uma viagem mais simples e deixar para fazer “a grande viagem” no final do ano?”, aponta o especialista e conclui: “não deixe para conversar na hora que as contas explodirem. Você ainda pode salvar o seu ano”.

Fonte: Infomoney


Posts relacionados

Notícias Gerais, por Redação

Economista acredita que medidas impedirão alta do dólar

As medidas do governo para conter a alta do dólar vão surtir efeito, de acordo avaliação do economista Felipe Salto, professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) e analista da Tendências Consultoria.

Notícias Gerais, por Redação

PAC 2 tem 21% de seu orçamento executado em 2011, diz governo

Em 2011, o PAC 2 (Programa de Aceleração do Crescimento) teve R$ 204,4 bilhões executados, de um total de R$ 955 bilhões previstos até 2014. Isso significa que 21% do orçamento do programa foi executado no ano passado.

Notícias Gerais, por Redação

Produção de petróleo no Brasil bate recorde em 2011

A produção de petróleo e gás natural foi recorde no Brasil em 2011, segundo dados da ANP (Agência Nacional do Petróleo).

Notícias Gerais, por Redação

Seguro-desemprego terá reajuste de 14,1% a partir de 1º de janeiro

Uma resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat) publicada na edição desta sexta-feira (30) do Diário Oficial da União estabelece reajuste de 14,1% no valor do seguro-desemprego a partir do dia 1º de janeiro.

Notícias Gerais, por Redação

Índice que reajusta aluguel sobe 0,65% no mês e 7,46% em 12 meses

O índice de preços mensurado pelo IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado), usado como referência na maioria dos contratos de aluguel, avançou 0,65% no mês de setembro, ante alta de 0,44% em agosto.

Deixe seu Comentário:

=