Publicado por Redação em Notícias Gerais - 03/11/2011

Mercado troca dólar por R$ 1,72, em baixa de 0,80%

O mercado de câmbio doméstico troca o dólar comercial (usado para exportações e importações) por R$ 1,723 nesta quinta-feira, o que representa um declínio de 0,80% sobre a cotação de terça.

Ontem, enquanto os mercados de capitais domésticos não operaram, as Bolsas europeias e americanas tiveram avanços moderados, e a cotação do euro subiu de US$ 1,3697 para US$ 1,3746, numa sessão de negócios marcada por cautela em relação à novela grega.

Investidores e analistas se mostravam um pouco mais aliviados com a perspectiva de que o primeiro-ministro grego George Papandreou será bastante pressionado para abandonar a iniciativa de promover um referendo em seu país a respeito do pacote de resgate financeiro concedido pela UE e do FMI.

Embora o pacote preveja o perdão de metade da dívida grega, o que seria benéfico para as combalidas finanças desse país, exige em contrapartida cortes drásticos de gastos públicos. Há meses a população grega tem se manifestado nas ruas contra medidas semelhantes.

Por esse motivo, analistas antecipam que o resultado desse hipotético referendo --previsto para o início de dezembro-- seria contra o pacote, o que significa, em última análise, a virtual expulsão da Grécia do grupo de países que constituem a zona do euro.

Na noite de ontem, o presidente francês Nicolas Sarkozy havia dado um "ultimato" a Papandreou, afirmando que os gregos deveriam dizer explicitamente se ainda desejavam integrar a zona do euro.

EUA E ITÁLIA

Também ontem, o banco central dos EUA, o Federal Reserve, reiterou que vai manter as taxas de juros baixas até meados de 2013, e que está preparado "para utilizar todas as suas ferramentas na promoção de um reativação econômica mais forte em um contexto de estabilidade de preços".

Em seu habitual balanço de pontos fracos e fortes da economia americana, o chamado "Fed" mencionou um certo fortalecimento do crescimento econômico, acrescentando que "os indicadores recentes apontam para um persistente enfraquecimento do mercado de trabalho e que a taxa de desemprego continua elevada".

O BC americano ainda indicou que "em meses recentes a despesa familiar aumentou em um ritmo um pouco mais rápido".

E em um poucas notícias que podem ser vistas como positivas pelos mercados, o governo italiano anunciou que foram aprovadas algumas reformas econômicas que devem melhorar a estabilidade financeira do país.

Fonte:http://www1.folha.uol.com.br|03.11.11


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