Publicado por Redação em Notícias Gerais - 27/01/2014

Custo extra pode tirar a vantagem de migrar dívida

 O direito à migração de dívidas de uma instituição para outra pretende gerar ganhos ao consumidor.

Na telefonia, por exemplo, o cliente pode migrar de plano quando encontra condições melhores em uma operadora diferente da sua.

Nem sempre, porém, essa vantagem é fácil de ser obtida. No caso do setor bancário, o consumidor que deseja efetuar a portabilidade de uma dívida deve, antes de tudo, preparar-se para pesquisar e barganhar.

Algumas facilidades podem ser conseguidas a partir do relacionamento com o banco. Via de regra, clientes que têm investimentos no banco ou compram produtos, como seguros e cartões de crédito, conseguem certas vantagens -taxas de juros menores em empréstimos, por exemplo.

Também é possível obter limites de crédito maiores e outros benefícios favoráveis ao usuário interessado em portabilidade. Pela lógica do banco, quando o cliente paga mais no geral -comprando mais produtos e serviços-, paga menos em casos de produtos específicos.

Do ponto de vista financeiro, entretanto, comprar qualquer produto no qual não há interesse é um custo.

No caso de um cliente que deve R$ 4.000 ao banco a uma taxa de juros de 5% ao mês por 12 meses e recebe uma oferta de outro banco a uma taxa menor de, digamos, 3,8% ao mês, desde que contrate um pacote com seguro de vida no valor de R$ 300 e uma anuidade do cartão a R$ 160, os valores excedentes encarecem a troca.

A taxa que seria 3,8% acaba se tornando 5,96% ao mês, e a migração, desvantajosa.

Por isso, é importante que o consumidor se mantenha atento e renegocie serviços adicionais oferecidos pelo banco em troca de benefícios para se proteger e não deixar que o barato saia caro.

Fonte: www.uol.com.br


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