Publicado por Redação em Vida em Grupo - 01/11/2012
Vida para o corretor de seguros
Pesquisa da MetLife aponta que entre os principais atributos notados pelo cliente na escolha da companhia estão custo adequado e a indicação do corretor
A importância do corretor na comercialização de seguro de vida é maior do que ele imagina. A informação é endossada por uma pesquisa realizada pela MetLife com seus segurados, na qual o corretor é evidenciado como responsável pela escolha da companhia.
Quando questionados sobre o motivo que leva a empresa a escolher a MetLife, os entrevistados responderam que entre os principais atributos estão o custo adequado e a indicação do corretor.
“O cliente identifica o corretor como importante para direcionar e aconselhar sobre a companhia de seguros ou produto mais adequado. É diferente de outros canais de distribuição”, disse o diretor executivo de Vendas da MetLife, Márcio Magnaboschi (foto), durante a 14ª Tribuna Livre realizada na segunda-feira, 29 de outubro, pela Câmara dos Corretores de Seguros do Estado de São Paulo, entidade presidida por Pedro Barbato Filho.
Segundo ele, junto com o aconselhamento do corretor os entrevistados também assinalaram a solidez da seguradora.
Poucos corretores em cena
Conforme Magnaboschi, todos os indicadores da pesquisa levam à importância do corretor de seguros no processo de distribuição. Entretanto, no segmento de vida e acidentes pessoais, que cresce a uma taxa de 15%, ainda é baixa a atuação dos corretores.
Segundo o presidente do CVG-SP, Osmar Bertacini, o número de segurados de Vida é pequeno e o segmento necessita de profissionais que divulguem e difundam o segmento de pessoas. “Esse é o momento para que os corretores se conscientizem cada vez mais da necessidade da proteção do seguro de vida e do acidentes pessoais”, assinalou Bertacini.
Já Alexandre Camillo, mentor do Clube dos Corretores de Seguros de São Paulo, lembrou que embora pesquisas comprovem que consumidores não são fiéis a produtos por mais do que três anos, os corretores têm um trunfo nas mãos. “O consumidor pode não ser fiel à companhia, mas ainda é fiel a nós. Ainda temos uma relação de longevidade com o cliente”. No entanto, ele lembrou que esta relação é mal explorada pelos profissionais.
Fonte: segs
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