Publicado por Redação em Vida em Grupo - 24/08/2012
Vida e previdência são porta de entrada para novos consumidores em seguros
Seja através dos microsseguros ou de planos de previdência para menores de idade, estas duas carteiras podem significar uma forma de entrada para novos consumidores no mercado.
O VI Fórum Nacional de Seguro de Vida e Previdência Privada, promovido pela Fenaprevi em São Paulo, trouxe especialistas em diversos setores para abordar pontos que farão a diferença na atuação dos seguradores num futuro próximo.
Sobre microsseguros, o representante do Microinsurance Centre, Michael Mackord, enfatizou que as companhias que desejarem investir neste setor devem aguardar pelo menos sete anos para obter lucro, obedecendo os princípios da sigla S.U.A.V.E.: simple, understood, accessible, valuation and efficient (simples, fácil de entender, acessível, bem avaliada e eficiente).
Com a experiência de quem já atuou em projetos de microsseguros em diversos países, Mackord destacou que a palavra de ordem é simplicidade. “Não pode haver muitas exclusões nem dificuldades para o faturamento”, comentou.
O grande desafio para o mercado de seguros, em todas as carteiras, está na educação (formal e financeira). De acordo com o coordenador do evento, Lucio Flavio Conduru, é possível observar que educação financeira falta a qualquer profissional em formação nas universidades.
Para ele, as empresas cumprem o seu papel se comunicando com a sociedade principalmente através da imprensa. “O tema previdência privada nunca esteve tão em alta. Hoje, as pessoas se preocupam bastante com o seu futuro e já sabem que não encontraram na previdência social a saída para o seu dilema”, ponderou.
A questão do seguro de vida está se consolidando da mesma forma que aconteceu com a previdência. Para Conduru, as pessoas das classes mais baixas já conhecem os benefícios, por exemplo, do seguro funeral e, sempre que há oportunidade, elas compram este tipo de cobertura. Para ele, isso é um começo.
A simplicidade que tanto foi comentada nas comentada nas palestras também norteia a opinião do vice-presidente da Fenaprevi, Osvaldo Nascimento. “A previdência privada só conseguiu maior destaque quando padronizou seus produtos, condições e aumentou a transparência da comunicação com o consumidor. “Todas as empresas divulgam suas taxas de carregamento e administração e, assim, o consumidor pode escolher o que é melhor para ele”, mostrou, acrescentando que a portabilidade é um caminho que mostra a liberdade do cidadão em relação ao setor.[1]
Agora, com a queda das taxas de juros, o mercado irá atravessar um novo período, em que será necessário acumular mais recursos para garantir a formação da poupança desejada. “A queda das taxas de juros é favorável para todos no longo prazo. As empresas precisarão de taxas de gestão mais competitivas, atingindo os níveis de mercados mais competitivos”, comparou Conduru.
Fonte: segs
Posts relacionados
ALLIANZ é uma das melhores empresas para trabalhar
Entre mais de 1000 companhias, a seguradora está entre as 70 melhores empresas da categoria “Grandes”, segundo a pesquisa “Melhores Empresas para Trabalhar – GPTW Brasil”
Em 30 anos, NE é região com maior alta na expectativa de vida, diz IBGE
Pesquisa de Tábuas de Mortalidade foi divulgada nesta sexta-feira (2).
Santa Catarina é estado com maior expectativa; o Maranhão tem a menor.
Seguradoras afirmam que não vão trabalhar com agentes de seguros
A audiência pública da Susep, referente a resolução do CNSP que disciplina a atuação do agente de seguros, foi um dos assuntos
Microsseguro cresce como alternativa de reserva de dinheiro em comunidades carentes
Com a inclusão de brasileiros das classes sociais D e E na chamada classe C, cresce nas comunidades de mais baixa renda do país um tipo de seguro popular, de menor preço, chamado microsseguro, anteriormente considerado inacessível para essa faixa da população.
Seguro de vida é melhor que plano de saúde?
Seguro de vida e plano de saúde são produtos com objetivos diferentes. A contratação de um seguro de vida tem a finalidade de garantir a estabilidade financeira a seus familiares, por período determinado, em caso de morte ou de invalidez.







