Publicado por Redação em Notícias Gerais - 30/03/2015
Sedenta por desafios, geração Y chega cada vez mais cedo a cargos de liderança e chefia
Jovens ganharam autoestima e rejeitam atividades que não fazem sentido em longo prazo
Ante a velocidade acelerada com que informações e mudanças estão transitando, os jovens pertencentes à chamada geração Y tomaram a frente e chegam cada vez mais cedo a cargos de chefia e liderança. Pertencem à geração Y os nascidos a partir da década de 80, que cresceram em tempos marcados pela valorização intensa da internet, computador e educação mais sofisticada que as gerações anteriores. Ganharam autoestima e rejeitam atividades que não fazem sentido em longo prazo.
A geração Y invadiu as empresas no mesmo ritmo em que a tecnologia impregnou o planeta. Sim, porque quem seria mais habilitado a encarar a “era do conhecimento” do que aqueles que já nascem dentro de telas hi-tech? Antes do primeiro choro, o acompanhante na sala de parto já está filmando tudo para postar rapidamente nas redes sociais. Há uma profusão de imagens de tablets, notebooks, celulares e os mais variados apetrechos virtuais que as gerações anteriores só viam em filmes de ficção científica.
Essa nova geração de líderes necessita de desafios constantes, em um espaço de trabalho integrado e dinâmico. Um dos papéis do gestor de recursos humanos é desenvolver programas de treinamento para que se estabeleça um ambiente harmonioso, apesar da competitividade, que seja um local seguro e que as diferenças não provoquem rompimentos nas relações ao ponto de prejudicar as atividades empresariais.
Algumas empresas, para reter e motivar seus jovens profissionais, contratam os serviços de consultorias especializadas em soluções de recursos humanos. Não basta modernizar os equipamentos ou lançar produtos de qualidade se o treinamento profissional não for uma constante, ou seja, sem investir no capital humano da empresa. O funcionário precisa estar motivado, disposto a inovar em seu conhecimento, sentir-se valorizado, entender que pode contribuir cada vez mais.
Uma das ferramentas que podem auxiliar nesse contexto é a de assessment, que são projetos de avaliação de competências, estilo e performance. Identificam-se nos líderes Y os pontos fortes e se sugerem os que devem ser aprimorados.
Outra ferramenta é o coaching, no qual é desenvolvido um projeto de treinamento e aconselhamento de carreira. O coaching auxilia o executivo Y a desenvolver suas competências comportamentais trabalhadas em conjunto com qualificações técnicas. Os resultados são excelentes, tanto em nível pessoal quanto para a empresa.
Embora a incerteza e a mudança sejam uma constante no jovem atual, uma coisa é certa: virão outras gerações com características próprias e, assim, cabe à gestão de RH se aprimorar, buscando sempre estar um passo à frente destes novos desafios que estão por vir na administração organizacional.
Fonte: Portal A Notícia
Posts relacionados
Intenção do paulistano de buscar financiamento tem queda de 9,8%
A intenção do paulistano para buscar financiamento teve queda de 9,8% em abril, aponta estudo divulgado nesta quinta-feira pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP).
Para Temer, economia brasileira pode crescer 4% em 2013
Após a presidente Dilma Rousseff pedir como presente para 2013 um "PIBão grandão", o vice-presidente Michel Temer disse nesta quarta-feira que acredita que a economia brasileira deverá crescer 4% neste ano
Compra feita com cartão de crédito sobe 24% e é 2ª opção mais usada
As compras feitas com cartões de crédito para aquisição de bens não duráveis cresceram 24% no primeiro trimestre deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Essa forma de pagamento é a segunda opção mais usada pelos consumidores, atrás apenas do uso do dinheiro,
MetLife foca no crescimento global
A MetLife irá mudar seu mix de produtos nos Estados Unidos e focar mais no crescimento em mercados internacionais para elevar substancialmente seus ganhos até 2016, informou a maior seguradora de vida dos EUA nesta quarta-feira.
Governo teme efeitos de greves na inflação
Além dos prejuízos econômicos das paralisações, a equipe da presidente Dilma Rousseff teme que as greves tragam a reindexação de salários pela inflação passada e pressionem ainda mais uma futura alta nos preços, informa reportagem de Natuza Nery e Renato Machado.







