Publicado por Redação em Notícias Gerais - 22/03/2012

Rendimento médio do trabalhador cresce 4,44% em fevereiro, diz IBGE

O rendimento médio real da população ocupada cresceu 4,44% em fevereiro, no confronto com o mesmo mês de 2011, para R$ 1.699,70. Na comparação com janeiro de 2012, houve aumento de 1,19%.

Os dados, divulgados nesta quinta-feira (22), fazem parte da PME (Pesquisa Mensal de Emprego), realizada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nas seis principais regiões metropolitanas do País.

Rendimentos por região
Frente a janeiro, das seis regiões metropolitanas pesquisadas pelo IBGE, houve alta no rendimento médio real da população ocupada em duas delas.

O rendimento médio real habitual dos trabalhadores na análise regional, em relação a janeiro, subiu no Rio de Janeiro (3,70%) e em São Paulo (2,56%). Por outro lado, houve queda em Recife (-5,50%), Salvador (-2,40%), Belo Horizonte (-1,73%) e Porto Alegre (-2,36%).

Na comparação com fevereiro de 2011, houve acréscimo em Recife (6,75%), Salvador (18,63%), Belo Horizonte (6,99%), Rio de Janeiro (0,41%) e São Paulo (5,45%) . Rendimento ficou caiu apenas em Porto Alegre (-2,39%).

Renda por atividade econômica
No confronto anual, dentre as atividades econômicas analisadas, o maior aumento no rendimento médio real habitualmente recebido foi no referente à construção, com avanço de 13,4%.

Em segundo e terceiro lugares ficaram serviços domésticos e ‘outros serviços’, que contempla alojamento, transporte e limpeza urbana, alta de 8,2% e 37,6%, respectivamente. Em seguida aparecem educação, saúde, serviços sociais, administração pública, defesa e seguridade social, que tiveram alta de 4,8%. População ocupada; indústria extrativista, de transformação e distribuição de eletricidade, gás e água; e comércio reparação de veículos automotores e de objetos pessoais e domésticos e comércio a varejo de combustíveis, cresceram 4,4%, 4,3% e 2,5%, respectivamente.

Por outro lado, foi observada queda em serviços prestados à empresa, alugueis, atividades imobiliárias e intermediação financeira, com recuo de 1,6%.

Fonte: Infomoney


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