Paim: reforma da Previdência de Temer favorece bancos
Senador Paulo Paim (PT-RS) disse que as restrições ao direito dos trabalhadores à aposentadoria, pretendidas pela ideia de reforma que vem sendo ventilada pelo governo interino de Michel Temer, tem como beneficiários diretos os bancos e seus fundos de previdência privada
O senador Paulo Paim (PT-RS) disse nesta quinta-feira (11) que as restrições ao direito dos trabalhadores à aposentadoria, pretendidas pela ideia de reforma que vem sendo ventilada pelo governo interino, tem como beneficiários diretos os bancos e seus fundos de previdência privada.
Paim citou experiências de privatização na Argentina, Chile e Estados Unidos como fracassadas e defendeu a sustentabilidade do modelo de sistema público brasileiro.
O senador dirigiu ontem audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado, realizada no Sindicato dos Químicos de São Paulo junto com representantes de movimentos sociais e entidades sindicais.
Para o presidente da CUT em São Paulo, Douglas Izzo, os trabalhadores deverão reagir às tentativas de retiradas de direitos preparando uma greve geral nacional. Assista:
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Servidora do Instituto Nacional da Seguridade Social (INSS) há 26 anos, a gerente executiva Márcia Cristina Pinto acompanhou os avanços e melhorias da previdência social no Estado de Rondônia.
O Brasil gasta quase 5% do Produto Interno Bruto (PIB) com a previdência dos servidores públicos nos três níveis de governo. É mais do que o dobro da mediana do que gastam os países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico (OCDE)
O Palácio Piratini estuda alternativas para um novo projeto de reforma da previdência estadual que será enviado em 2012 à Assembleia Legislativa. Uma das possibilidades é a criação de uma previdência complementar,
O Plano Brasil Maior foi instituído pela MP 540 e estabelece a política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior para o período de 2011 a 2014.