Publicado por Redação em Dental - 16/05/2011

Check-up anual previne desde o mau hálito a tumores na boca

Mau hálito, problema que causa constrangimento para portadores e outras pessoas, atinge cerca de 30% dos brasileiros e ainda é tabu para a maioria. A demora das pessoas em admitir que têm mau hálito ou para procurar o dentista e tratar pequenas lesões bucais pode representar obstáculo ao tratamento de doenças importantes, como o câncer de boca. Estimativas dão conta de que, anualmente, 350 mil pessoas são diagnosticadas com câncer de boca no mundo. No Brasil, são em torno de 11 mil por ano.

Lesões bucais, feridas, inchaços, aftas, manchas na boca, lábios ou língua merecem atenção. Segundo o cirurgião-dentista José Tarcísio Borges, há vários tipos de feridas e de enfermidades bucais que podem ser perigosas. “Há irritações e inflamações bucais que, além de dolorosas, podem interferir na fala e na mastigação. As mais comuns são as aftas, o herpes simples, a leucoplasia, que é a placa branca, e a candidíase, ou sapinho”.

Para o periodontista Luciano Corrêa de Paiva, membro da Associação Brasileira de Halitose, o mau hálito é um processo decorrente da ação de mais de 800 espécies de bactérias em nossa boca. “Mas o mau hálito não é uma doença, é um sintoma de que alguma coisa no organismo não está correta e precisa de solução”, destaca.

O conselho é não esperar tempo algum para que problemas, a princípio simples, sarem naturalmente. “Isto porque uma ferida que persiste durante uma semana ou mais deve ser examinada por um profissional. E, em alguns casos, é recomendável um exame mais detalhado, para que se possa detectar a causa da ferida, eliminando a possibilidade de doenças sérias, como o câncer e a Aids”, alerta o cirurgião-dentista José Tarcísio.
 
Fone: www.odontosites.com.br | 16.05.11


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